Há alguns dias atrás tenho preparado um tipo de pepino maravilhoso meio adocicado, antes só provado por mim em restaurantes japoneses. Não minto que sempre quis saber como eles eram preparados e uma colega de trabalho me deu a receita e já fiz por três vezes, tamanha a gostosura.
Agora vou preparar outro, que outra colega de trabalho diz ser maravilhoso e os ingredientes são: pepino(claro!), gengibre, shoyo e um dentinho de alho pra dar um gosto especial. Acho que essa especialidade fará sucesso aqui em casa, pois meus pais adoram shoyo. Vamos ver!
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Tempero acidental
Alongamento...cheguei e vi a roupa para a aula de amanhã. Claro, logo pensei que esse exercício para mim é como a yoga, vixi, algo um tanto cheio de nós. Enfim, fazer isso duas vezes por semana é um grande desafio e que agora vem acompanhado de um algo mais na aula. Aquele tempero principal que não poderia faltar. Eu gosto muito de cozinhar, mas tem uns temperos que adoram cair "sem querer" na sua comida, assim mesmo, por acidente. E acabam dando aquele sabor incomparável.
Falando em sabores incomparáveis, acabei de comer um pão maravilhoso que meu pai descobriu numa padaria fora do trajeto comum que fazemos até chegar em casa. Fresquinho com mortadela dá até água na boca de imaginar, tamanha a minha vontade de comê-lo novamente.
E hoje, especialmente, meu pai se lembrou de comprá-lo. Cheguei em casa e preparei um, claro, com mortadela. Esquentei um café velhinho da manhã, ou melhor, "chafé" que minha mãe prepara e, nesses momentos, penso que ela nasceu nos esteite, tamanho o gosto por cafés quase sem sabor. Bem, o pão estava uma delícia, a padaria está de parabéns e minha barraguinha está bem estofada agora.
Acabei de preparar a marmita de amanhã e o cardápio é: as sobras de domingo e a comida fresquinha de hoje – espinafre refogadinho e fígado frito respectivamente. Mais um dia terminando e eu já pensando no dia de amanhã.
terça-feira, 5 de abril de 2011
João Pestana à vista!
Depois de um dia de trabalho, alongamento, natação e sono, nada melhor do que pegar aquelas cascas que vc dispensou do sumidinho de abóbora de domingo e fazer um petisco acompanhado de um copão de leite de soja sabor coco.
Sentar e escrever aqui pensando no trabalho de amanhã e no sono que vem galopando (acho que o João Pestana jogou mesmo areia nos meus zóinho) e me adiantar para deixar um post diferente, mas acho que vou pra caminha. Amanhã escrevo com menos sono. Ih, acho que estou mesmo vendo o João Pestana indo embora, danado jogou areia demais. Puxa, e não é que ele tem a cara do Pluto....ZZZzzzzZZZZ
Sentar e escrever aqui pensando no trabalho de amanhã e no sono que vem galopando (acho que o João Pestana jogou mesmo areia nos meus zóinho) e me adiantar para deixar um post diferente, mas acho que vou pra caminha. Amanhã escrevo com menos sono. Ih, acho que estou mesmo vendo o João Pestana indo embora, danado jogou areia demais. Puxa, e não é que ele tem a cara do Pluto....ZZZzzzzZZZZ
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Arrumadão, Valadão ou cópia fiel?
Há duas semanas atrás assisti ao filme "Cópia fiel" com a Juliette Binoche e ele superou todas as minhas expectativas. Super simples, tocante e de uma paisagem de arrepiar até os pelos do nariz, com diálogos surpreendentes e ainda te deixa no final com uma pulguinha atrás da orelha. Nada melhor depois de ir ao cinema.
Bom, falando em simplicidade e expectativas...faz seis meses que mudei um pouco o caminho da minha vida e percebi que rapadura é doce, mas não é mole não. Assim é a vida também. E tenho persistido naquilo que quero para agora. Como escrever aqui neste diário e compartilhar.
Essa mudança trouxe outras tantas que tornaram minha vida mais ativa. Mas, fantasticamente falando, houve uma máquina no caminho de casa para o trabalho que me trazia um tantinho a mais de alegria. Seria como ralar uma pitada de noz-moscada naquele queijo forte que usamos na cozinha e deixamos a receita com um gosto menos acentuado do tal queijinho que insiste em roubar o sabor dos outros ingredientes.
Pois é, a máquina era a noz-moscada no queijo forte e duraram 5 meses certinhos toda essa leveza. Agora o que me faz lembrar esse momento é uma música do Jeff Buckley que, já disse aqui, conheci há pouco tempo e que adoro a voz. A tal máquina noz-moscada que me pegava indo ou vindo (algumas vezes, nas quais fiquei bem surpresa e feliz com a minha surpresa que me surpreendia, entende?).
Bom, falando em simplicidade e expectativas...faz seis meses que mudei um pouco o caminho da minha vida e percebi que rapadura é doce, mas não é mole não. Assim é a vida também. E tenho persistido naquilo que quero para agora. Como escrever aqui neste diário e compartilhar.
Essa mudança trouxe outras tantas que tornaram minha vida mais ativa. Mas, fantasticamente falando, houve uma máquina no caminho de casa para o trabalho que me trazia um tantinho a mais de alegria. Seria como ralar uma pitada de noz-moscada naquele queijo forte que usamos na cozinha e deixamos a receita com um gosto menos acentuado do tal queijinho que insiste em roubar o sabor dos outros ingredientes.
Pois é, a máquina era a noz-moscada no queijo forte e duraram 5 meses certinhos toda essa leveza. Agora o que me faz lembrar esse momento é uma música do Jeff Buckley que, já disse aqui, conheci há pouco tempo e que adoro a voz. A tal máquina noz-moscada que me pegava indo ou vindo (algumas vezes, nas quais fiquei bem surpresa e feliz com a minha surpresa que me surpreendia, entende?).
domingo, 3 de abril de 2011
No mundo da lua
Hoje comecei o dia pensando na marmita de amanhã. Estou comendo menos carboidratos e me viro na cozinha com as coisinhas que tenho na geladeira e a feira que minha mãe faz às sextas-feiras aqui onde moramos. Desde a semana passada quando fiz o quadradinho, como carinhosamente diz meu pai e mãe, de carne seca e mandioca, fiquei questionando com minha amiga de trabalho se não ficaria bem um escondidinho de cabotiá com carne seca. O meu, pra dizer a verdade, ficou mais para sumidinho de carne seca no purê de abóbora. Aproveitei também um queijinho, comprado por meu pai em uma casa do norte, que ele disse ser de Minas, mas tenho lá minhas dúvidas. ;) Bom, o almoço para nós três foi bem agradável e, como digo, meti o pé na jaca ao misturar o viradinho de jiló com o macarrão que é comum no domingo aqui na casa dos meus pais.
| Viradinho de jiló e sumidinho de abóbora cabotiá |
Fiquei um pouquinho aqui na net na parte da manhã e conversei com uma amiga, que só vi uma vez, há alguns meses atrás, mas que sentia empatia por intermédio de outra amiga. Ela é muito querida e me disse que sou de outra galáxia e, que às vezes, visito o planeta Terra, hahaha! Acho que tenho feito isso aqui no bloguinho também. Já não escrevo com nenhuma frequência e pra falar a verdade, ainda estou me acostumando a ele e ao que escrever por aqui. Pra mim parece um diário, sabe? Ainda guardo o meu, quando comecei a escrever aos 11 anos de idade.
E, falando da infância, outro dia assei meus primeiros muffins de mirtilo (blueberry), acho bonitinho falar mirtilo porque até pouco tempo não sabia o que seria blueberry em português. Enfim, os assei e ficaram branquinhos como mostram as fotos abaixo.
Vou fazer um curso de cupcake e depois posto aqui minhas aventuras com a confeitaria dos danadinhos. Nunca fiz isso, vamos ver se acerto.
sábado, 2 de abril de 2011
A voz que atravessa a alma
Faz tempo que não escrevo aqui no meu bloguinho querido e esquecido. Tantas águas rolaram nesses 7 meses que separam este do último post. Bom, a sementinha da minha árvore já está brotando e vejo luz. Minha vida profissional está bem, obrigada e minha auto-estima melhor ainda. Acreditando na vida como uma rapadura: doce, mas nada mole! Persistindo naquilo que quero e descobrindo que tenho uma veia artística. Certo dia, um amigo querido, que namora uma amiga querida, me disse que sou musicista de ouvido, pois não sei tocar, tampouco, ler notas musicais. Todavia sei identificar uma linda voz e uma boa música.
Há pouco tempo conheci um cantor, que com certeza já ouvi em filmes como Vanilla Sky com a linda "Last Goodbye" e a versão de "Hallelujah" na série The O.C. e que não fazia a mínima ideia de quem fosse. Eis que um dia no trabalho escolhi seu rostinho que lembrava o do ator James Franco, com o qual simpatizo muito e, resolvi ouvir sua música. Me surpreendi e me encantei de cara com a sua voz e o modo como tocava violão, guitarra. Meu Deus, fui pesquisar a vida do rapaz e descobri que não estava mais aqui, havia ido embora. É, a D. Morte o levou um pouco mais cedo, talvez por tê-lo ouvido naquele momento no rio Wolf e ter sido enfeitiçada pela melodia. E o que me deixa feliz é que pude conhecer sua voz anos mais tarde porque gravou um único CD e, por pura ironia, estava a caminho para gravar outro, quando a D. Morte o levou.
Jeff Buckley brincava com os timbres (eu penso isso) e tocava incrivelmente bem. Fico imaginando se ele não tivesse saído daquele barzinho e ido para um estúdio por carregar o peso de ser filho de Tim Buckley (que eu nem imagino quem seja, além de pai do Jeff!) não conheceria sua música. E nem ficaria a imaginar como deveria ser lindo estar conversando e ouvindo sua linda voz num barzinho numa noite fria e aconchegante de uma cidade grande.
Tudo isso me faz lembrar muito da época em que estudava o existencialismo, que tem como princípio que a D. Morte só nos leva mesmo de vez, quando o último que nos conhecia também vai embora dessa vida. Essa teoria acaba nos consolando, né? Assim como gosto da música desse rapaz que foi embora tão cedo, sei de outros que o conheceram só agora, há mais de uma década após sua morte no rio Wolf e, mesmo assim, sua voz continua atravessando almas por esse mundão com sua música.
Há pouco tempo conheci um cantor, que com certeza já ouvi em filmes como Vanilla Sky com a linda "Last Goodbye" e a versão de "Hallelujah" na série The O.C. e que não fazia a mínima ideia de quem fosse. Eis que um dia no trabalho escolhi seu rostinho que lembrava o do ator James Franco, com o qual simpatizo muito e, resolvi ouvir sua música. Me surpreendi e me encantei de cara com a sua voz e o modo como tocava violão, guitarra. Meu Deus, fui pesquisar a vida do rapaz e descobri que não estava mais aqui, havia ido embora. É, a D. Morte o levou um pouco mais cedo, talvez por tê-lo ouvido naquele momento no rio Wolf e ter sido enfeitiçada pela melodia. E o que me deixa feliz é que pude conhecer sua voz anos mais tarde porque gravou um único CD e, por pura ironia, estava a caminho para gravar outro, quando a D. Morte o levou.
Jeff Buckley brincava com os timbres (eu penso isso) e tocava incrivelmente bem. Fico imaginando se ele não tivesse saído daquele barzinho e ido para um estúdio por carregar o peso de ser filho de Tim Buckley (que eu nem imagino quem seja, além de pai do Jeff!) não conheceria sua música. E nem ficaria a imaginar como deveria ser lindo estar conversando e ouvindo sua linda voz num barzinho numa noite fria e aconchegante de uma cidade grande.
Tudo isso me faz lembrar muito da época em que estudava o existencialismo, que tem como princípio que a D. Morte só nos leva mesmo de vez, quando o último que nos conhecia também vai embora dessa vida. Essa teoria acaba nos consolando, né? Assim como gosto da música desse rapaz que foi embora tão cedo, sei de outros que o conheceram só agora, há mais de uma década após sua morte no rio Wolf e, mesmo assim, sua voz continua atravessando almas por esse mundão com sua música.
sábado, 11 de setembro de 2010
Coisas de novela
Comecei o dia bem na companhia agradável do meu irmão querido em uma padaria próxima ao Mackenzie. Logo depois, me despedi dele e subi a Augusta bem cedinho, ainda não era sete da manhã. Madruguei no escritório e tive de esperar a recepcionista chegar para entrar, pois como temporária não tenho acesso direto às portas quando chego no décimo segundo andar.
Comecei a trabalhar e na hora do almoço fui com uma colega ao shopping e encontramos um amigo em comum de uma empresa em que trabalhamos há algum tempo e ele não se lembrava de mim de maneira alguma. Apesar de ele não se lembrar de mim, foi um almoço com algo a mais.
Chegamos, escolhemos um lugarzinho na praça de alimentação do shopping, eles foram para um restaurante e eu estava ao lado de um natureba, que há tempos queria provar pra saber se era bom. E, puxa, que comida maravilhosa. Quando fui fazer o pedido, fiquei de olho nas bolsas e aguardando para pagar, eis que surge na minha frente, com um olhar maravilhoso e meio assustado por ser reconhecido por conta da novela das oito em exibição.
Nem vou dizer que eu já o sequei na novela. E nem sei porque cargas d'água, quer dizer, sei sim!!! Porque ele tem aparência de povo celta: ruivo e com sardas. E essa aparição dele foi direto para o meu caderninho de dúvidas se o atraí para aquele momento ou não, pois ele olhou dentro dos meus olhinhos porque eu estava na frente dele, ora. Não digo que o gostaria de ter visto ao vivo qualquer dia...era só um belo homem celta em uma novela. Mas, sinceramente, essa cena de mais ou menos 5 segundos não me saía da cabeça.
Fico pensando em como tudo aconteceu...minha amiga querida, que me arrumou o temporário no escritório, insistiu para que eu fosse almoçar com a colega de anos e reencontrar o colega que de jeito nenhum se lembra de mim, comi dois wraps orgânicos que me lembram da vida em Londres...foi quando estava na fila pra comprar os wraps que ele surgiu com os olhos arregalados. Ah, foram cinco segundos de coisa de novela....hahahaha
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